Amizade, quem levo comigo no coração.

“Conservar amigos é uma arte. Alimentar a amizade exige tempo, esforço, paciência. Colocarmo-nos no lugar do outro, sairmos de nós mesmos e termos a humildade de aceitar os que, voluntariamente, nos querem nas suas vidas, não é tarefa fácil. Mas vale a pena.
Porque quando aquele gajo que dizia que vos amava e vos trocou por uma serigaita qualquer, serão os vossos amigos que vos vão abrir os braços e deixar-vos chorar à vontade. Porque quando estiverem na dúvida se hão-de pedir a vossa namorada em casamento ou não, serão eles que vão, sem tretas, dizer de sua justiça e apresentar-vos a verdade, quer vocês a queiram ver, quer não. E serão eles que vos irão buscar a casa para beber um copo depois daquela discussão. Serão eles que vos vão dar um par de estalos quando vocês teimarem em armar-se em parvos.
Conservem os vossos amigos. Eles são um bem tão precioso quanto finito.”
#pensamentododia by A Gaja

o combinado foi não nos apegarmos

Ele – Olhaste para ele de forma provocadora. Estou magoado contigo. Fazes o que te apetecer mas estou triste contigo.

Ela – Se quisesse tinha lhe saltado para cima e pronto, achas que me dava ao trabalho de ter a tua atenção se quisesse estar com ele ou qualquer outro homem?

Ele – Eu podia ter estado com muitas e não estive.

Ela – E eu estive?

Ele – Tu tens muitos homens a fazerem-se a ti. Já tu não viste o que dizes, não viste ninguém a fazer-se a mim. Nós falamos dissemos para não nós apegarmos.

Ela – Tu já te apegaste! Estás a fazer uma crise de ciumes! Tu já não me vês como só amiga, tu gostas de mim.

Ele – Tá. Talvez mas não pode ser.

 

Discuções sem ser casal.

Ciumes namoro.

Estou a gostar sem querer. Ele também.

Continuar ou parar?

Resposta da minha melhor amiga:

“Manda-o à merda, carago. Não presta, consegues melhor. Eu estou a avisar, vais te entregar, vais te magoar, vais sofrer. Mas tens o meu ombro aqui mas eu vou dizer “eu bem de avisei”..”

simples, feliz

Rua de S PauloO acordar10647796_10204746605010137_1701447754_n

Hoje tive uma madrugada mágica. Mágica demais! Com a vista da fotografia acima de noite e depois durante a manhã, com o céu estrelado e depois o sol brilhante, com a melhor companhia, com magia…

Ando à uns tempos a conversar com um homem bonito, barman de profissão, com o sonho de ser personal trainer. Tatuado, com olhos intensos e lábios desenhados e carnudos. Bonito com um corpo definido e aquele tipo de homem que nunca olhou para mim.

Senti-me lisonjeada quando à umas semanas ele me pediu o meu número de telemóvel. As conversas, o flirt, as brincadeiras quando nos víamos… a vontade e desejo de estarmos juntos ia surgindo.

Esta madrugada, por volta das 2h, ele veio ter comigo. Numa casa demasiado grande com 5 quartos, sala, duas cozinhas e casa de banho, estava só eu e ele. A conversa durou horas deitados no sofá.. Os beijos começaram até… Trocámos carícias, beijos intermináveis, sorrisos, abraços, partilhámos histórias, desejos e sonhos!

Nunca me senti tão respeitada, tão desejada, tão mulher.

Ele respeitou todos os meus complexos, tratou-me como uma princesa.

Nunca tinha tido nada assim, sem compromisso mas com tanto respeito e carinho. Uma pessoa que me alegra e que me acompanha sem esperar nada em troca, sem eu esperar nada em troca dele. Um amigo com quem partilho momentos.

Gosto dele, gosto do sorriso e de me sentir assim.

Obrigada.

Da Rua de S. Paulo com amor,

C.

Ser feliz

Hoje seria bom fazer algo fora do comum.
Podemos, por exemplo, dançar na rua enquanto vamos para o trabalho. Olhar nos olhos de um desconhecido e falar de amor à primeira vista. Dar ao chefe uma ideia que pode parecer ridícula, mas em que acreditamos. Comprar o instrumento que sempre quisemos tocar e nunca nos atrevemos. (…) Hoje podemos chorar algumas mágoas antigas que ainda estão presas na nossa garganta.
Telefonaremos a alguém a quem juráramos nunca mais falar (mas de quem adoraríamos ouvir um recado no nosso atendedor de chamadas). Hoje pode ser considerado um dia.fora do guião que escrevemos todas as manhãs. Hoje qualquer falha será admitida e perdoada.
Hoje é um dia para se ter alegria na vida.”

Maktub by Paulo Coelho

diferente

Tenho saudades de quando eras gorda” é uma frase que me tem acompanhado nos últimos meses. Muitos são os amigos que me dizem esta frase, que sentem que mudei. Estou diferente.

Confesso que sinto que nos dois últimos anos mudei mais do que em qualquer outro. Vivi e cresci bastante, aprendi, corri riscos, sofri, ri, chorei e aprendi… Já passei por tanto na vida que quem me vê nem imagina, histórias que guardo para mim.

Sempre fui querida, o centro da festa, doce e a melhor amiga do mundo. Fiz de tudo pelos outros e apenas para eles… Dava tudo de mim sem pensar duas vezes, mesmo o que não podia. Creio que sempre fui assim e todos estavam habituados a essa pessoa. A uma pessoa que não se cuidava nem queria saber de si. Zero auto estima, zero amor próprio. A gorda amiga. Só mais uma, a gordinha, a fofa, que deixava que a pisassem porque tinha substancia (talvez a gordura sempre fosse um bom escudo) para aguentar com tudo. Ao longo dos últimos anos, tenho mudado. Mudado por tudo aquilo que passei, não pelo meu peso.

Emagreci mais de 15kg e muitos associam à minha perda de peso a minha mudança mas não. Esse não é o motivo.

A minha perda de peso focou-se apenas na busca de ser feliz e a melhor versão que conheço minha. Emagreci a cuidar de mim. A colocar-me em primeiro lugar na minha vida porque é comigo que eu durmo todos os dias, no meu mundo, eu tenho de ser a pessoa mais importante. Não estou com isto a dizer que sou mais do que os outros, nada disso. Mas sim que no MEU mundo e na minha realidade eu tenho de estar primeiro.

Eu mudei, sim. Dei tudo de mim, revelei os meus segredos, expus-me a alguém que me deixou. Trocou-me por alguém, alguém que é melhor que eu. Mais doce… afável, carinhosa, bonita e todas essas coisas que me consomem. Tudo aquilo que deixei de ser. E isso, é um dos motivos pelos quais perdi o pouco carinho que tinha por mim. Mudei porque a vida me obrigou. Ser “doce” e demasiado disponível para os outros, no passado, com que abusassem de mim. Com que gozassem. Com que me magoassem. Cansei! Estou cansada, muito cansada. Então sim, criei uma barreira talvez de gelo e não dou a conhecer quem realmente sou. Sorrio, faço piadas e não dou grandes confianças a pessoas novas.

De calorosa e doce passei a fria, admito. E também decidi que não me quero apaixonar de novo. Não me quero entregar de novo.

Não me quero magoar de novo!

Não aguento mais mágoa, mais amores perdidos, mais tiros no estômago. Não quero mais.

Por isso sim, estou diferente. Fria mas, pelo menos, segura e magra.

Estou cansada.

C

PS: Por vezes confesso que também tenho algumas saudades de quando era quando era  gorda.

destemida

Destemida. Acho que é a palavra que melhor me caracteriza. Ou talvez, doida. Sim, isso sim.

No dia 25 de Fevereiro (se verificarem num calendário percebem que foi numa segunda-feira), recebi uma chamada com a indicação de que tinha sido seleccionada para ir trabalhar no hotel H10 Lanzarote Princess enquanto chefe de mini-clube. Sendo eu apaixonada por animação turística (vocação que descobri no Porto Santo) não pensei duas vezes. Decidi de imediato que tinha de ir. Não tinha nada que me prendesse cá, achava eu.

Aceitei a proposta, despedi-me do meu emprego, informei os meus amigos e, com 60 euros no bolso, 15 euros de saldo no telemóvel, viagem só de ida, vontade de descobrir um local novo e um frio na barriga , decidi ir!

No dia anterior estive com o meu irmão e melhor amigo, com pessoas que não pensei que quisessem despedir-se de mim, e com aquele que foi o homem por quem mais apaixonada estive até hoje. Ou talvez por quem ainda esteja.

Não estava a contar com isso, com os beijos, as frases de carinho, as caricias. Não estava à espera de nada, apenas de uma amizade.

Já no aeroporto, depois de alguns mimos de ultima hora – ele pergunta-me quando volto “em outubro.” respondi eu…. Inquieto diz-me “Ok. Então em outubro eu vou cá estar à tua espera.” fiquei em choque. Sem saber o que dizer respondi “Não, M. Ficamos amigos e não quero que esperes por mim porque eu não o vou fazer. Não quero estar preza a ninguém nem quero ser um peso nos teus pés. Até te digo mais, em Junho já nem te lembras de quem eu sou…” e apostámos… algo que ganhei. Ele abraçou-me e disse “Eu quero esperar por ti. Estou a gostar de ti e vou estar cá quando voltares.” Uma vontade imensa de desistir e ficar com ele, para sempre, foi o que senti. Em vez disso, olhei para o relógio e vi que estava na hora de embarcar. Com um abraço apertado e um beijo me despedi dele. Ao entregar o cartão de embarque, como se de uma cena de cinema se tratasse, ele puxa-me para si e dá-me um/o último beijo. Urgente, forte e sincero… Como se costuma dizer “airports see more sincere kisses than weeding halls” – eu confirmo! E assim fui eu… com o coração pequenino por deixa-lo para trás mas com a tshirt dele, com o perfume dele, a acompanhar-me para me aquecer  alma.

10 horas em trânsito no aeroporto de Madrid marcaram a minha noite de dia 2 de Março. As horas mais longas de sempre. Quando embarquei para Lanzarote, é importante ressalvar  que só levava um email com a indicação do hotel e de que me iriam buscar ao aeroporto, o frio na barriga aumentou.

Aquando da minha chegada a Lanzarote, terra onde viveu Saramago, não tinha ninguém à minha espera. Fiquei assustada e não tinha como regressar, nem ninguém com quem falar. O M nesse momento envia-me uma mensagem que me deu um pouco mais de força para acreditar que ia ficar tudo bem. Após uma hora e meia no aeroporto, encontrei um shuttle que me levaria ao hotel.

Cheguei ao hotel e percebi que nada tinha a ver com as fotografias que circulam na internet. Fui de imediato apresentada ao meu chefe – L – que, tal como eu, é português. Pensei, erradamente, que ele iria compreender esta minha aventura e seria uma vantagem receber ordens no meu idioma pois iria entender tudo. Ah! Pois, esqueci-me de vos dizer que o meu castelhano na altura era mesmo muito rudimentar.

No próprio dia fiz uma Mini Disco com músicas e coreografias que nunca tinha visto na vida. No dia seguinte tive 3 horas para aprender 5 coreografias para dançar no Show do dia seguinte. Não sendo eu bailarina mas sim animadora, foi difícil. O meu “querido” chefe não entendia isso e chamou-me nomes, insistiu e foi duro como nunca tinha visto. Sozinha e num local totalmente desconhecido foi muito difícil. Para minha felicidade, o M continuava lá para mim… Com uma mensagem para me alegrar, uma palavra de força de apoio. Fazia-me sorrir e dava-me sempre mais força para continuar.

Fiquei doente, a primeira semana demorou a passar o que para mim pareciam meses. Até, finalmente, ter encontrado um cafézinho onde pude entrar na internet. Ai a minha surpresa foi gigante! Quando vi que tinha muitas mensagens de apoio, pessoas que eu nem esperava a perguntarem-me se eu estava bem, uma série de palavras queridas – tudo isso me ajudou a recuperar o sorriso. Isso e as cinco horas de conversa com o M no skype. Falar com ele era o meu pequeno momento mágico de carregamento de energia.

Todas as minhas folgas era no skype que eu passava cinco horas na conversa. A trocar olhares ainda que distantes, quentes…A sua positividade, alegria e carinho cada vez mais me faziam quer-lo.  Apesar disso eu dizia-lhe que não queria que gostássemos um do outro… Com o tempo isso tornou-se algo inevitável. Cada vez mais falar com ele se tornava algo necessário para o meu dia-a-dia, o carinho aumentava, “adoro-te” e “quero-te comigo, volta rápido” eram as palavras que mais me alegravam e ao mesmo tempo me custavam por não poder abraça-lo e beija-lo nesses momentos.

A nível profissional foi difícil e só eu e ele, o meu confidente, sabemos o que eu passei… Discutir com o meu chefe era o prato do dia, a nível físico também não estava bem e o foro psicológico pior ainda. Contudo, sou forte. Sempre fui. Nunca me dei por vencida e sempre lutei por aquilo que acreditava e pelos meus valores.

Após quase dois meses desde a minha estadia em Lanzarote, o M cansou-se de esperar por mim. A relação à distância acabou, o meu apoio acabou, o meu sorriso nas minhas folgas acabou… Na mesma semana as minhas colegas vão embora ficando sozinha com o meu chefe e um colega substituto que pouco percebia daquilo. Não quis voltar, não quis vir a correr tentar recuperar algo do qual ele já tinha desistido. Não quis ser a rapariga que desiste por causa de um namoro, mas sim que fica por ela própria. Queria ser animadora e ainda quero, quis provar a mim mesma que conseguia continuar ali. Que quando voltasse iria ser por mim.

Fiquei mais, aproximadamente um mês, até a vida ter dado voltas e eu ter percebido que ali não era o meu lugar. Regressei, recuperei o meu trabalho e aqui estou… 2014 vai ser um ano de novas tentativas, novas descobertas, novas histórias.

Com isto tudo, o M arranjou namorada (pois é, ele tinha acabado comigo para me trocar por outra), e é feliz com ela. Eu fico feliz por ele, feliz por sermos amigos, ou melhor… conhecidos com um passado em comum. Só quero ser feliz também e sei que o vou ser.

Que 2014 me dê tudo por inteiro!

Sei que repeti aqui alguns episódios que já tinha contado mas quis mostrar-vos e resumir o que foi a minha vida en la isla de Lanzarote 🙂

Sejam felizes, e destemidos. Arrisquem! Correu-me mal uma vez mas tudo o que vivi foi uma aprendizagem, um crescimento, uma história que só eu sei. Agora já sei falar bem castelhano, e recuperei o sorriso junto dos meus amigos.

Beijos com muito amor,

C

Um ano depois

Já ninguém deve acompanhar este meu pequeno espaço. Abandonei-o, sem querer, no momento em que mergulhei na aventura “profeta” que é como quem diz “porto santense” e apenas partilhei poucas coisas do meu pós-porto santo.

Tanta coisa aconteceu e mudou que eu acho que se for a descrever tudo aqui ninguém vai ler este texto até ao fim. Mas será que alguém lê alguma coisa?!

Bem, quero partilhar algumas coisas que se passaram no meu estágio, na minha vida. Depois talvez volte a falar de Lanzarote e como tudo terminou. O meu amor, à distancia lá ficou. Mas disso falo-vos noutro dia.

Começo por vos contar como foi no Porto Santo e prometo tentar ser breve (mas vocês já me conhecem, ser breve não é algo que eu consiga ser). Depois, quando tiver tempo ou vontade, ou coragem, conto-vos o resto que se passou pós-porto santo.

Nem sei por onde começar.

Porto Santo é um local mágico, um sitio rico em pessoas “boa onda” e em estrelas cadentes, rico a nível gastronómico e visual. Nunca tinha estado em praia mais bonita que aquela, areia mais branca ou mágica. Acordar todas as manhãs e saber que ia trabalhar para o hotel Pestana Porto Santo Beach Resort and Spa era, sem duvida alguma, o motivo de maior orgulho para mim.

A minha rotina baseava-se em levantar, ir para o Kids Club (durante o primeiro mês e meio) e brincar. Olhar para a piscina, para um dos picos da ilha, para o mar, e sorrir porque estava ali. Acho que nunca me senti tão feliz! Após o periodo da manhã passar, pelo meio dia e meia tinha de ir dançar as danças dos Cocktail Games – Lê lê lê, Balada Boa, Tchu tcha tcha e Dança Kuduro. De inicio aprender a coreografia não foi tarefa fácil mas consegui! Hoje em dia, já passou mais de um ano e eu continuo a dançar as mesmas músicas nas discotecas ou sempre que as oiço (sim, eu sou doida).

As minhas tardes baseavam-se em mais diversão, carinho com as crianças, palhaçada com os meus colegas e muitas, muitas gargalhadas. Algumas expressões como “foi o que ela disse” faziam parte do nosso vocabulário de forma quase permanente (não fosse o grau elevado de poluição na nossa mente). Depois do trabalho e da paródia da tarde, por norma, ia dar um mergulho com o meu irmão (sem dúvida uma das melhores coisas que se passaram lá passou pela ligação criada com o Half-Penny). Mergulhos, risota e um prego no bolo do caco depois, voltavamos ao trabalho. Dar de comer às crianças ou simplesmente brincar e ver um filme com elas era sinonimo de dar o dia de trabalho por completo.

Restava-nos a noite que lá eram SEMPRE uma criança. Aguardar pelos restantes colegas e amigos e ir beber a bela da poncha ao Maramão. Isto claro, se não fosse uma quinta-feira ou um sábado.

Às quintas-feiras era dia de festa na praia. Mergulhos, muita dança e sorrisos definiam as noites no bar do Henrique.

Já os sabados, esses eram marcados pelo tradicional bolo do caco e uma poncha no Cais Café (sendo este o nosso aquecimento). Após umas horas seguiamos para o DOKAKI – a única boa discoteca na ilha (talvez a única). Até às 7h era dança e bebida. Depois faziamos aproximadamente 4kms a pé para voltarmos ao trabalho. Quando somos tão jovens e felizes tudo se faz bem.

As noites para nós eram quase tão longas como o dia. Muitas das vezes tinha apenas 2 horas de sono entre a farra e o trabalho. Tive dias de ressaca mas apenas até descobrir a receita ideal – uma pepsi e um chipicau (acreditem que resulta). Ah e dormir com o uniforme vestido (por sorte o de animação não se amarrotava).

Tantas foram as aventuras!

Momentos maus? Às carradas! Dramas e telenovelas das quais nem me quero lembrar, e confesso que também não me lembro de muitos pormenores. Mas no fim, os bons momentos são os que realmente guardo no coração.

Já no fim do estágio tive um pequeno amor de verão. Um menino bonito que me fazia sentir bonita. Deu me a conhecer a ilha de moto quatro e fez com que eu me tornasse ainda mais feliz!

Muitos amigos criei com esta experiencia, alguns que trago sempre comigo no coração e na memória. Amigos que amo e lamento que vivam tão longe!

Ah! Só mais uma coisa… Lembram-se da minha fraca auto estima? Bem, não vou falar dela neste momento mas sim de como voltei. Voltei uma menina mais magrinha (9kgs mais magra, fazendo no total 15kgs no ano de 2012), confiante, e sem dúvida com mais noção da sua beleza natural. Calma! Não quer dizer que seja a Adriana Lima ou a Jennifer Lopez mas sim, uma pessoa real, num mundo real, de pessoas normais.

Feliz, é como descrevo a pessoa que voltou de uma ilha mágica.

Amanhã volto às partilhas pois os meus amigos já nao me conseguem ouvir. Talvez isto nunca venha a ser lido por ninguém, talvez alguém leia e se relacione ou se sinta feliz por mim. Não sei, mas este pequeno cantinho vai ter de levar comigo!

Um beijo com amor desta (ainda) eterna apaixonada,

C

nem sempre é como queremos.

Ele: “Primeiro, não sei com que tipo de rapazes te dás mas parece me que são todos uns atadinhos que não percebem a rapariga que têm ai.  Acho te uma rapariga fantástica a todos ou a quase todos os pontos… Não percebo como é que não tens a porta uma fila de pretendentes, mas pronto… e também não percebo com que raio de rapazes te dás para dizeres que sou o oposto deles (e se dizes que gostas disso é porque o problema é deles e não meu xD). Até agora estou adorar conhecer te e quero conhecer te ainda mais. Rapazes à muitos e se não for eu, vais encontrar um igual ou ainda melhor quase de certeza. Tu mereces o melhor de tudo e sei que o vais ter (dito isto, se tiveres sorte encontras outro que não eu). Digo te que em 2 anos e meio foste a única rapariga que conseguiu encantar me ao ponto de eu pensar em namoro, mas as coisas nem sempre são como queremos.”

Ela: “Na minha vida toda, sempre escolhi os rapazes errados. Cabrões q só gozaram c a minha cara e nunca deu em nada.. Não estava à procura de ninguém quando apareceste e o pior é q também já me meti a pensar de como seria para tentar ter uma relação c pés e cabeça contigo e sei lá.. Eu estou mesmo com a cabeça a mil. Todas as noites antes de adormecer pergunto-me porque é que só te conheci quando me vim embora e o quão injusto isto é para ambos mas é o q tu dizes, estamos a conhecer-nos e se e for para aí e depois descobrimos que não temos nada a ver? Ou tu olhas melhor para mim e percebes que não sou nada do q estavas à espera?  (…)E o pior é q isto é tudo assustador a todos os níveis.”